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Bem Estar

Espaço Mais Saúde terá ortopedia e colonoscopia na semana que vem

Pacientes estão sendo chamados por telefone pela Central de Regulação da Secretaria de Saúde

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O Espaço Mais Saúde de Rio Claro, que iniciou atendimento quarta-feira (20) pelas especialidades oftalmologia e vascular, começa a receber na próxima terça-feira (26) pacientes com agendamento para consultas na especialidade de ortopedia e, na quinta-feira (28), exames de colonoscopia. Chamados por telefone pela Central de Regulação Ambulatorial da Secretaria Municipal de Saúde, os pacientes são atendidos nas unidades do complexo médico-hospitalar instalado na Avenida Rio Claro entre avenidas 10 e 12.

Ao serem chamados pela Central de Regulação, os pacientes recebem toda a orientação necessária para o atendimento no Espaço Mais Saúde. No caso da colonoscopia, por exemplo, os pacientes receberão kit de preparo e medicamentos para o exame.

Com base no que está sendo verificado nesses primeiros dias de atividade, adequações estão sendo realizadas pela empresa Cies Global, responsável pela operacionalização do Espaço Mais Saúde. Entre a sexta-feira (22) a segunda-feira (25) os técnicos da empresa fazem readequação da área interna das unidades para os atendimentos e exames de ortopedia. A empresa também está providenciando a climatização da área externa, no setor de recepção. Na parte interna, os ambulatórios já contam com sistema de ar-condicionado.

A sazonalidade dos agendamentos e adequações fazem parte deste primeiro momento de trabalho do Espaço Mais Saúde. O objetivo é garantir a eficácia e qualidade nas consultas, exames e cirurgias.

Bem Estar

Prevenção à hanseníase é tema de palestra

Todos podem participar da atividade, que será realizada nas Faculdades Anhanguera, nesta sexta-feira, dia 27

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Com o tema “Reconhecer, prevenir e curar a hanseníase”, a Secretaria Municipal de Saúde de Rio Claro realiza na sexta-feira (27) palestra sobre a doença. O evento, sem cobrança de ingressos, será realizado a partir das 13h30 no auditório das Faculdades Anhanguera e todos podem participar. O palestrante será José Paulo Marcucci, enfermeiro responsável pelo programa municipal de controle da hanseníase.

Atualmente Rio Claro tem seis pacientes com a doença sendo atendidos pelo programa, que é vinculado ao Centro de Especialidades e Apoio Diagnóstico (Cead). A organização da palestra é do Cead e Vigilância Epidemiológica.

Antigamente chamada de lepra, a hanseníase é uma doença crônica e transmissível, que atinge principalmente a pele e nervos periféricos, o que lhe confere alto poder de causar incapacidades e deformidades físicas, principais responsáveis pelo estigma e preconceito que permeia a doença. A transmissão se dá de uma pessoa doente sem tratamento, para outra, após um contato próximo e prolongado.
O Ministério da Saúde (MS) promove em parceria aos estados e municípios ações de vigilância e educação em saúde, com o objetivo de alertar a população sobre os sinais e sintomas da doença, e incentivar a procura pelos serviços de saúde. A rede pública de saúde também mobiliza profissionais da área na busca ativa de casos novos de hanseníase, especialmente os de convivência domiciliar (grupo com maior risco de adoecimento). As ações de busca ativa têm como foco o diagnóstico precoce da doença e a prevenção das incapacidades e deformidades físicas.

A Secretaria de Saúde de Rio Claro recomenda que as pessoas procurem a unidade de saúde mais próxima ao verificar ao aparecimento de manchas em qualquer parte do corpo, principalmente se a mancha apresentar alteração de sensibilidade ao calor e ao toque.

Os atendimentos no Espaço Mais Saúde são realizados das 8 às 17 horas de segunda a sexta e aos sábados das 8 horas ao meio-dia para pacientes que estão na fila de espera por consultas, exames e cirurgias de média e pequena complexidade. O agendamento desses pacientes é feito pela Central de Regulação Ambulatorial do SUS (Sistema Único de Saúde) em Rio Claro, que chama os pacientes por telefone.

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Bem Estar

Combate ao Aedes Aegypti

Governo Federal convoca postos de saúde, de assistência social e escolas para combater o mosquito antes do verão

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Ação acontecerá de 23 a 27 de outubro e tem o objetivo de mobilizar a sociedade sobre a importância de eliminar possíveis focos do mosquito antes do período mais chuvoso do ano.

O Governo Federal promoverá de 23 a 27 de outubro a Semana Nacional de Mobilização dos setores da Educação, Assistência Social e Saúde para o combate ao Aedes aegypti. Mais de 210 mil unidades públicas e privadas de todo o Brasil estão sendo mobilizadas pela Sala Nacional de Coordenação e Controle, que reúne os ministérios da Saúde, da Integração, da Defesa, do Desenvolvimento Social e da Educação, a Casa Civil e a Secretaria de Governo da Presidência da República, além de outros órgãos convidados.

O objetivo é que durante esta semana a população seja alertada sobre a importância de combater mosquito transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, já antes do verão, período do ano quando acontece o maior volume de chuvas, o que facilita reprodução do aedes aegypti. Ao todo serão mobilizadas 146.065 escolas da rede básica, 11.103 centros de assistência social e 53.356 unidades de saúde.

“Não podemos baixar a vigilância. É melhor cuidar do foco do mosquito do que sofrer as consequências de não ter feito essa iniciativa. Vamos reforçar, ainda mais, a necessidade de eliminar os criadouros, convocando toda a sociedade para esse trabalho já antes do verão, quando começam as chuvas”, aconselhou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Estados e municípios tem autonomia para definir quais ações serão realizadas para mobilizar as áreas, mas a orientação da Sala Nacional é que sejam realizadas atividades que envolvam a prevenção e o combate do Aedes, como mutirões de limpeza, distribuição de materiais informativos, realização de rodas de conversas educativas, oficinas, teatros e gincanas.

“Campanhas como essa são essenciais para combater o mosquito, porque estimulam a participação da população. A comunidade precisa ter consciência e participar de ações de prevenção a essas doenças. Precisamos estar unidos para vencer essa batalha”, ressalta o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Ainda para aproveitar o momento de mobilização, a Sala Nacional também indicou aos gestores que fossem inseridas equipes nas unidades de ensino para confeccionar Cartões Nacionais de Saúde aos estudantes que não possuem cadastro no Sistema Único de Saúde (SUS).

SALA NACIONAL

Instalada para o enfrentamento à Microcefalia, desde o final de 2015, a Sala Nacional de Coordenação e Controle é coordenada pelo Ministério da Saúde e tem como objetivos gerenciar e monitorar a intensificação das ações de mobilização e combate ao mosquito Aedes aegypti.

Uma das ações realizadas em conjunto com estados e municípios é a realização de visitas aos imóveis com objetivo vistoriar e eliminar possíveis focos do aedes Aegypti, além de orientar a população sobre prevenção e combate ao mosquito. No primeiro semestre deste ano, foram vistoriados mais de 151,8 milhões de domicílios particulares e coletivos, estabelecimentos de ensino, estabelecimentos de saúde, estabelecimento de outras finalidades e edificação em construção no país.

DADOS

As doenças transmitidas pelo Aedes aegypti têm tido queda expressiva em todo Brasil. De acordo com o Boletim Epidemiológico, até o dia dois (2) de setembro deste ano, foram notificados 219.040 casos prováveis de dengue em todo o país, uma redução de 85,2% em relação ao mesmo período de 2016 (1.483.623).

O mesmo estudo mostrou que foram registradas 171.930 notificações de casos prováveis de febre chikungunya. A redução é de 34,2% comparado ao ano anterior, que atingiu o número de 261.645 casos. Em relação ao Zika, os casos caíram 92,6%. Foram registrados 15.586 casos prováveis em todo país, enquanto em 2016, o Brasil registrou 211.487 notificações. A incidência reduziu 92,5%, passando de 102,6 em 2016 para 7,6 neste ano.

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Bem Estar

Outubro Rosa

Ministério da Saúde divulga que serviços de saúde terão o dobro de recursos para diagnóstico do câncer de mama

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Ministério da Saúde vai triplicar o número de exames mais precisos para a identificação da doença e início do tratamento. Estima-se que em 2017, 58 mil mulheres terão esse tipo de câncer.

No mês dedicado à prevenção do câncer de mama, o Ministério da Saúde aumentou em média 100% os valores de exames essenciais no diagnóstico da doença. A expectativa é triplicar o número de procedimentos mais precisos para a identificação do tumor. Por ano, serão mais R$ 9,4 milhões para esse atendimento. Em 2016, foram investidos R$ 4,1 milhões na realização desses procedimentos. A Portaria foi publicada no Diário Oficial da União e anunciada nesta segunda-feira (23) pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, essa medida visa estimular e ampliar o acesso ao exame e diagnóstico. “Precisamos ter mais agilidade na identificação da doença e na resposta dos resultados, para que tenha mais efetividade no tratamento ofertado. Nosso objetivo é garantir maior acesso aos exames que tenham mais resolutividade, de acordo com a indicação médica, no diagnóstico. Quanto mais cedo confirmar a doença, mais cedo se inicia o tratamento, aumentando as chances de cura”, ressaltou o ministro.

Em grande parte dos casos, o câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, aumentando as chances de tratamento e cura. Após a mamografia, são indicados exames para o diagnóstico definitivo da doença que vão apoiar a decisão médica no tratamento. Todos esses procedimentos tiveram reajuste e a expectativa é triplicar o atendimento dos três mais precisos: punção de mama por agulha grossa, biópsia e anatomopatológico. Em 2016, foram registrados 69,3 mil exames e, neste ano, o total deve ultrapassar 200 mil.

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que cerca de 58 mil mulheres terão câncer de mama em 2017. Obesidade, sedentarismo estão entre os fatores de risco para o desenvolvimento da doença, diante do aumento de gorduras e da produção de hormônios.

EXPANSÃO

O Ministério da Saúde tem expandido a oferta de exames para identificação do câncer de mama. Atualmente, são destinados R$ 4 bilhões por ano para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde. Nos últimos sete anos, os recursos para procedimentos como cirurgia oncológica, radioterapia, quimioterapia e iodoterapia, cresceram 87,5%, passando de R$ 1,6 bilhão em 2009, para R$ 4 bilhões em 2016.

Também é observado aumento de mamografias realizadas. Entre 2010 e 2016 registra-se um aumento de 35%, passando de três milhões para mais de quatro milhões de exames, sendo que 62,2% de mamografias em mulheres de 50 a 69 anos. Como o aspecto da mama muda com a idade, a realização de mamografia é mais efetiva no período pós-menopausa.

RADIOTERAPIA

O Ministério da Saúde firmou a compra dos 100 aceleradores lineares para todo o país. Serão priorizados novos serviços, desconcentrando a oferta dos serviços. Os projetos estão em andamento e serão executados dentro das atividades previstas do Plano de Expansão dos Serviços de Radioterapia. Cabe ressaltar que os aceleradores lineares são equipamentos de altíssima complexidade tecnológica e não podem ser instalados sem os devidos cuidados com a proteção radiológica. As instalações exigem espaço físico com características peculiares e distintas das construções tradicionais de estabelecimentos e unidades de saúde, uma vez que envolve, por exemplo, sistemas de climatização específicos, refrigeração da água, sistema elétrico diferenciado e maior espessura das paredes.

Nos últimos anos, observou-se uma crescente oferta da radioterapia no país. Em 2010, foram realizados 8,3 milhões procedimentos de radioterapia. Em 2016, realizou-se 10,45 milhões, um aumento de 25,9%. Vale ressaltar que essa ampliação também é resultado do investimento realizado pelo Ministério da Saúde na compra de aceleradores lineares por meio de convênios. Em 2016, foram realizados 26,5 milhões de procedimentos de radioterapia, quimioterapia e cirurgias oncológicas, além dos exames preventivos de mamografias e Papanicolau. Em 2017, entre janeiro até o momento, foram registrados 8,15 milhões de procedimentos. Atualmente, são 283 aparelhos de radioterapia no Brasil.

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