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Hyundai encontra primeiro comprador do HB20

Para comemorar os cinco anos de sucesso do veículo, montadora realizou busca pelo cliente número 1, com base nas notas fiscais de 10.10.2012

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Em comemoração aos cinco anos do HB20, a Hyundai saiu em busca do primeiro comprador do modelo no Brasil. Com a ajuda da sua rede de concessionárias, a montadora foi atrás dos proprietários que adquiriram o veículo em 10 de outubro de 2012, data que marcou o início das vendas. Para ser reconhecido como primeiro cliente do HB20 era preciso ser ainda proprietário do carro e ter todas as revisões devidamente efetuadas.

Depois de uma longa busca, o cliente número 1 do HB20 foi identificado. Trata-se do capixaba Rodrigo Pessotti, publicitário de 28 anos, que comprou o veículo na concessionária Prime Hyundai, em Serra (ES), minutos após o início oficial das vendas. Como agradecimento pela confiança e fidelidade à marca e ao veículo, Pessotti foi premiado com outro HB20, zero-quilômetro e da Edição Comemorativa 5 Anos, que trazum ano adicional à tradicional garantia de cinco anos dos modelos Hyundai.

“Foi a primeira grande compra que pude fazer com meu próprio dinheiro. Carro é paixão e eu tinha desejo pelo HB20 mesmo antes de o modelo ser revelado pela imprensa. Não precisei nem testar ou ver o veículo ao vivo. Fiz a compra assim que a concessionária abriu as portas naquele dia 10 de outubro. Nunca imaginei que agora, cinco anos depois, ganharia outro HB20 por causa dessa paixão!”, comemora Pessotti, que apresentou todas as revisões devidamente realizadas na rede de concessionárias da marca.

Para Cassio Pagliarini, diretor de Marketing da Hyundai Motor Brasil, além de comemorar o aniversário de cinco anos do HB20, a ação reforça a preocupação da montadora em inovar e continuar surpreendendo seus clientes.

“Cuidamos para que tudo acontecesse de maneira que realmente surpreendesse o primeiro comprador do HB20. Em reconhecimento ao carinho que ele teve com a marca desde sua primeira compra, o presenteamos com outro HB20, da Edição Comemorativa 5 Anos, e vamos contar sua história de paixão e fidelidade com o modelo para todo o Brasil por meio de nossas mídias sociais. Será uma forma de homenagear também todos os outros mais de 800 mil clientes que adquiriram o HB20 ao longo desses cinco anos”, completa.

A busca pelo primeiro comprador do HB20 foi idealizada em parceria com as agências Innocean e RIOT e dará origem a uma campanha que será veiculada a partir de hoje, nos canais digitais oficias da Hyundai Motor Brasil – Facebook, Instagram e YouTube –, tendo Pessotti como protagonista.

O vídeo de três minutos mostra o momento em que Pessotti recebe uma ligação da Prime Hyundai convidando-o a visitar a concessionária sob o pretexto de que seria presenteado com uma garantia estendida. Porém, ao chegar ao local, ele é surpreendido e premiado com um HB20 zero-quilômetro.

O HB20 adquirido por Rodrigo Pessotti cinco anos atrás foi um modelo Comfort Style, 1.0, na cor branca. O veículo rodou quase 60 mil quilômetros nesse período e não precisou de nenhuma intervenção além das cinco manutenções programadas. Com o HB20, Pessoti costuma ir de casa ao trabalho e, por algumas vezes, vai aos ensaios de sua banda. Nos dias de folga, visita praias capixabas e gosta de viajar para o campo.

Sobre a Hyundai Motor Brasil

A Hyundai Motor Brasil está presente no País desde 2012, quando inaugurou sua fábrica em Piracicaba (SP), com investimento de US$ 700 milhões. Com capacidade produtiva de até 180 mil carros por ano, operando em três turnos, a montadora conta com 2,7 mil colaboradores e é responsável pela fabricação e comercialização da família de veículosdesenvolvida especialmente para o consumidor brasileiro, composta pelo HB20, HB20X, HB20S e HB20 R spec. Em 2017, inicia a produção nacional do SUV compacto Hyundai Creta em versão exclusiva para o Brasil, com aporte adicional de US$ 130 milhões. A Hyundai fechou 2016 entre as quatro maiores em vendas de automóveis no Brasil, modificando, pela primeira vez em 40 anos, a composição das chamadas “Big 4”, grupo que reunia, desde 1976, as mesmas quatro empresas.

Sobre a Hyundai Motor Company

Fundada em 1967, a Hyundai Motor Company está comprometida em tornar-se um parceiro automotivo por toda a vida e muito mais. A empresa integra o Hyundai Motor Group, um grupo inovador, capaz de movimentar riquezas que vão desde o aço bruto até os veículos acabados. A Hyundai Motor tem oito unidades fabris e sete centros técnicos e de design ao redor do mundo e em 2015 comercializou 4,96 milhões de veículos globalmente. Com mais de 110 mil funcionários no mundo todo, a Hyundai Motor continua aprimorando o seu portfólio de produtos com modelos criados com exclusividade para cada mercado e está empenhada em consolidar soluções em tecnologias verdes, a começar pela produção em escala do primeiro veículo movido a hidrogênio, o ix35 Fuel Cell, e o IONIQ, primeiro carro elétrico do mundo com três opções de motorização.

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Saíram os preços oficiais do iPhone 8 no Brasil

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Enquanto lá fora começa a pré-venda do iPhone X, aqui em terras brasileiras a Apple oficializa o preço de lançamento dos novos iPhone 8 e iPhone 8 Plus. E os preços coincidem com o que noticiamos recentemente.

Na Lojas Americanas, por exemplo, os aparelhos já estão disponíveis desde a manhã da última (27.10). O iPhone 8 em sua versão de 64 GB sai por R$ R$ 3.999 e por R$ 4.799 na versão mais parruda de 256 GB. Já o seu irmão maior 8 Plus está a venda por R$ R$ 4.599 (64 GB) e R$ 5.399 (256 GB).

Contudo, o dispositivo mais esperado, o iPhone X, ainda não tem data prevista para aterrissar aqui no Brasil, mas os preços estimados assustam: o modelo pode chegar custando até assombrosos R$ 6.999 para a versão com maior armazenamento interno.

Se você não dispõe de toda essa dinheirama em mãos, o jeito pode ser aproveitar a chegada dos novatos e adquirir os modelos antigos que tiveram redução de preço.

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Cabos sob Oceano nos conectam com o mundo

Saiba como a comunicação no mundo é feita, você irá se surpreender

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O sinal que chega em sua TV, seu celular ou a internet que conecta ao seu computador são emitidos por ondas de satélites que orbitam a Terra, certo? Não é bem assim. De fato há comunicação de sinais via satélite, mas isso representa apenas 1% de toda a comunicação global. O que realmente conecta todo o planeta são os cabos submarinos, que cruzam todos os oceanos e conduzem 99% de todas as informações trocadas internacionalmente.

Rede internacional de cabos: como funciona?

Esta enorme teia é composta de mais de 350 enormes fios de fibra ótica. Enormes do ponto de vista de seu comprimento: juntos, somam mais de 885 mil quilômetros, equivalente a 22 voltas no globo terrestre. O maior deles liga a Alemanha até a Coréia do Sul, uma conexão de 38,6 mil quilômetros e 39 paradas. No site Submarine Cable Map você pode ver todos eles.Em relação a espessura dos cabos, há diferentes gradações. Quanto mais fundo o cabo de instala no oceano, mais fino ele é, isto porque em superfícies mais rasas há mais risco de ataques de animais como tubarões ou barcos de pesca – os fios mais grossos podem ter a espessura de uma lata de refrigerante. No oceano, os cabos podem chegar a incríveis 8 mil metros abaixo do nível do mar.Compõem os cabos até sete camadas de proteção, que rodeiam a fibra ótica. Entre os elementos, há o tecido mylar (usado em roupas de astronautas), aço, polietileno, alumínio, policarbonato, cobre e até pasta de petróleo.

Cabos x satélites

O motivo para que os cabos submarinos sejam a principal forma de comunicação é simples: são mais baratos e mais eficientes. De acordo com informações da NEC Corporation, que opera algumas conexões, estes cabos podem transmitir 3,48 gigabits de informações por segundo – equivalente a 102 mídias de DVD. Os satélites não são capazes de transmitir sequer um único DVD a cada segundo.

Outros fatores são geográficos. Embora haja riscos pequenos de acidentes com animais marinhos, os cabos são muito menos sujeitos a ações da natureza, como tornados, tempestades etc. Além disso, os cabos encurtam distâncias: a NEC informa que entre Los Angeles e Tóquio, é preciso 9 mil quilômetros de cabeamento; se o sinal fosse enviado a um satélite e redirecionado à Terra, atravessaria 72 mil quilômetros, oito vezes mais.

Conexões são antigas

Os cabos submarinos são anteriores inclusive à tecnologia dos telefones. Em 1858, quando a primeira conexão uniu a Irlanda e a Ilha Newfoundland, no Canadá, o principal meio de comunicação era o telégrafo. A primeira mensagem foi um recado da Rainha Vitória, do Reino Unido, para o presidente dos Estados Unidos, James Buchanan. Durou apenas um mês – a transmissão gastava mais energia do que o previsto.A partir do Reino Unido, então a principal potência econômica do mundo, novos cabos foram instalados para se conectarem com a América e com colônias asiáticas, como a Índia. Somente nos anos 1940 que os cabos submarinos começaram a ter como principal finalidade a conexão telefônica.

Tecnologia desenvolvida nos anos 1960, a fibra ótica começa a revolucionar as telecomunicações na década de 1980, quando os cabos são trocados por este material. A qualidade e a rapidez das transmissões aumentaram constantemente até como as vemos hoje.

Vista aérea da escavação para chegada do cabo Monet, na Praia do Futuro, em Fortaleza (CE). (Divulgação)

Conexões brasileiras: de Fortaleza e Praia Grande

Hoje, o Brasil tem nove canais que o conectam primeiro com a América do Norte e um que liga diretamente o país à Europa – todos eles saem de Fortaleza, capital do Ceará. Mas, dentro de dois anos, o país terá um novo mega cabo.Para estreitar relações diretas com países europeus, sem o intermédio dos Estados Unidos (99% da conexão brasileira com o mundo passa pelos norte-americanos), será construído o cabo Ellalink, projeto que une o Brasil a Europa por meio de Portugal e Espanha. Será, de longe, o de maior capacidade no país: atingirá 72 terabits por segundo, sete vezes mais do que a informação que toda a América Latina transmite atualmente.O cabeamento terá início na cidade de Praia Grande (SP), seguirá até Fortaleza onde começa seu trajeto transatlântico até Sines, em Portugal. É um projeto conjunto da estatal brasileira Telebras e da companhia espanhola Isla Link, cujo custo previsto é de US$ 206 milhões (ou aproximadamente R$ 680 milhões).

Por  Luiz Felipe Silva
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Aprovada lei que libera o uso do celular em escolas estaduais de SP

Internet será utilizada em sala de aula para fins pedagógicos

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A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou, nesta terça-feira (11), o projeto de lei 860/2016, que altera a lei 12.730/2007, que proibia o uso de celulares em escolas estaduais. A proposta foi encaminhada pelo governador Geraldo Alckmin, em 2016, após pedido feito pelo secretário da Educação, José Renato Nalini. Com as mudanças, crianças e jovens do Ensino Fundamental e Médio poderão utilizar aparelhos em sala de aula em atividades pedagógicas e orientadas por educadores.

Agora, o projeto de lei segue para sanção do governador. “O ensino prelecional está sendo questionado em todos os ambientes. Se quisermos manter o aluno interessado em aprender, temos de usar a linguagem dele. A linguagem de seu tempo”, afirma Nalini.

Wi-fi e banda larga na rede estadual

Até outubro de 2018, todas as 5 mil escolas estaduais serão equipadas com sistema wi-fi e banda larga. A novidade faz parte do novo plano tecnológico anunciado pelo governo de São Paulo e que irá modernizar a rede. A instalação da internet sem fio terá início nas salas dos professores e de informática. As unidades que participam do Escola da Família também poderão utilizar a conexão aos fins de semana, em áreas indicadas por cada equipe gestora.

O sinal também estará mais rápido. Dois links vão abastecer as escolas: Intragov (do governo estadual e já existente) e Telefônica. O reforço garante a conexão permanente e a possibilidade de distribuir o sinal entre atividades pedagógicas e administrativas. Além disso, a velocidade será ampliada. Importante: o monitoramento e filtro de conteúdo acessado pelos estudantes será mantido.

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