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Primeira cirurgia realizada com Realidade Aumentada

Paciente de 80 anos colocou uma prótese no ombro, um procedimento bastante delicado

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O médico francês Thomas Grégory realizou a primeira operação do mundo utilizando Realidade Aumentada, uma tecnologia que pode contribuir para melhorar a precisão em determinadas intervenções cirúrgicas. Na operação, que graças às novas tecnologias foi acompanhada por outros três médicos no Reino Unido, na Coreia do Sul e nos Estados Unidos, Grégory colocou uma prótese no ombro de uma paciente de 80 anos, um procedimento bastante delicado.

“Era como se o ombro da paciente viesse até os meus olhos (…). Toda a ajuda que um médico pode esperar nessas condições se transforma em realidade”, afirmou o cirurgião, chefe do serviço de cirurgia ortopédica e traumatologia do hospital Avicenne, em Bobigny, nos arredores de Paris.

Graças a esse dispositivo, a cirurgia pode ser realizada com precisão milimétrica, uma vantagem importante em procedimentos delicados como a colocação de próteses. Além disso, os responsáveis pelo experimento enfatizaram que a nova técnica reduz ao mínimo os riscos de infecção.

Grégory comparou o “salto” que representa esta tecnologia com “a passagem da enciclopédia para o motor de buscas da internet”, já que, graças à revolução digital, “limita os erros humanos”. “(A técnica) permitirá padronizar este tipo de operação e reduzir assim os riscos”, disse ele, que afirmou que quando seu uso se tornar generalizado “será o mesmo que passar da pilotagem de aviões na era de Saint-Exupery para os atuais voos comercais”.

Realidade Aumentada para melhor eficácia em tratamentos

A educação do paciente é extremamente importante quando se trata de tratamento e prevenção eficazes. As aplicações de Realidade Aumentada podem ser usadas para ilustrar melhor o impacto de determinadas doenças e demonstrou que uma experiência multi-sensorial pode realmente ser mais eficaz na transmissão de informações. Essas aplicações também podem ajudar a educar os familiares e cuidadores no que se refere à patologia e às consequências de determinadas condições, tornando sua contribuição para o bem-estar dos seus entes queridos e clientes mais eficazes do que nunca.

A tecnologia de Realidade Aumentada também pode ajudar a melhorar a gestão do pós-tratamento do paciente. Ao sair do hospital, um paciente pode ser obrigado a continuar com certos tratamentos, a fim de gerenciar ou erradicar com sucesso um problema de saúde. Ao usar Realidade Aumentada, o tempo é salvo, as despesas gerais são reduzidas, e todo o processo é melhorado, reduzindo a possibilidade de erro humano.

 

 

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Tecnologia

Saíram os preços oficiais do iPhone 8 no Brasil

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Enquanto lá fora começa a pré-venda do iPhone X, aqui em terras brasileiras a Apple oficializa o preço de lançamento dos novos iPhone 8 e iPhone 8 Plus. E os preços coincidem com o que noticiamos recentemente.

Na Lojas Americanas, por exemplo, os aparelhos já estão disponíveis desde a manhã da última (27.10). O iPhone 8 em sua versão de 64 GB sai por R$ R$ 3.999 e por R$ 4.799 na versão mais parruda de 256 GB. Já o seu irmão maior 8 Plus está a venda por R$ R$ 4.599 (64 GB) e R$ 5.399 (256 GB).

Contudo, o dispositivo mais esperado, o iPhone X, ainda não tem data prevista para aterrissar aqui no Brasil, mas os preços estimados assustam: o modelo pode chegar custando até assombrosos R$ 6.999 para a versão com maior armazenamento interno.

Se você não dispõe de toda essa dinheirama em mãos, o jeito pode ser aproveitar a chegada dos novatos e adquirir os modelos antigos que tiveram redução de preço.

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Tecnologia

Cabos sob Oceano nos conectam com o mundo

Saiba como a comunicação no mundo é feita, você irá se surpreender

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O sinal que chega em sua TV, seu celular ou a internet que conecta ao seu computador são emitidos por ondas de satélites que orbitam a Terra, certo? Não é bem assim. De fato há comunicação de sinais via satélite, mas isso representa apenas 1% de toda a comunicação global. O que realmente conecta todo o planeta são os cabos submarinos, que cruzam todos os oceanos e conduzem 99% de todas as informações trocadas internacionalmente.

Rede internacional de cabos: como funciona?

Esta enorme teia é composta de mais de 350 enormes fios de fibra ótica. Enormes do ponto de vista de seu comprimento: juntos, somam mais de 885 mil quilômetros, equivalente a 22 voltas no globo terrestre. O maior deles liga a Alemanha até a Coréia do Sul, uma conexão de 38,6 mil quilômetros e 39 paradas. No site Submarine Cable Map você pode ver todos eles.Em relação a espessura dos cabos, há diferentes gradações. Quanto mais fundo o cabo de instala no oceano, mais fino ele é, isto porque em superfícies mais rasas há mais risco de ataques de animais como tubarões ou barcos de pesca – os fios mais grossos podem ter a espessura de uma lata de refrigerante. No oceano, os cabos podem chegar a incríveis 8 mil metros abaixo do nível do mar.Compõem os cabos até sete camadas de proteção, que rodeiam a fibra ótica. Entre os elementos, há o tecido mylar (usado em roupas de astronautas), aço, polietileno, alumínio, policarbonato, cobre e até pasta de petróleo.

Cabos x satélites

O motivo para que os cabos submarinos sejam a principal forma de comunicação é simples: são mais baratos e mais eficientes. De acordo com informações da NEC Corporation, que opera algumas conexões, estes cabos podem transmitir 3,48 gigabits de informações por segundo – equivalente a 102 mídias de DVD. Os satélites não são capazes de transmitir sequer um único DVD a cada segundo.

Outros fatores são geográficos. Embora haja riscos pequenos de acidentes com animais marinhos, os cabos são muito menos sujeitos a ações da natureza, como tornados, tempestades etc. Além disso, os cabos encurtam distâncias: a NEC informa que entre Los Angeles e Tóquio, é preciso 9 mil quilômetros de cabeamento; se o sinal fosse enviado a um satélite e redirecionado à Terra, atravessaria 72 mil quilômetros, oito vezes mais.

Conexões são antigas

Os cabos submarinos são anteriores inclusive à tecnologia dos telefones. Em 1858, quando a primeira conexão uniu a Irlanda e a Ilha Newfoundland, no Canadá, o principal meio de comunicação era o telégrafo. A primeira mensagem foi um recado da Rainha Vitória, do Reino Unido, para o presidente dos Estados Unidos, James Buchanan. Durou apenas um mês – a transmissão gastava mais energia do que o previsto.A partir do Reino Unido, então a principal potência econômica do mundo, novos cabos foram instalados para se conectarem com a América e com colônias asiáticas, como a Índia. Somente nos anos 1940 que os cabos submarinos começaram a ter como principal finalidade a conexão telefônica.

Tecnologia desenvolvida nos anos 1960, a fibra ótica começa a revolucionar as telecomunicações na década de 1980, quando os cabos são trocados por este material. A qualidade e a rapidez das transmissões aumentaram constantemente até como as vemos hoje.

Vista aérea da escavação para chegada do cabo Monet, na Praia do Futuro, em Fortaleza (CE). (Divulgação)

Conexões brasileiras: de Fortaleza e Praia Grande

Hoje, o Brasil tem nove canais que o conectam primeiro com a América do Norte e um que liga diretamente o país à Europa – todos eles saem de Fortaleza, capital do Ceará. Mas, dentro de dois anos, o país terá um novo mega cabo.Para estreitar relações diretas com países europeus, sem o intermédio dos Estados Unidos (99% da conexão brasileira com o mundo passa pelos norte-americanos), será construído o cabo Ellalink, projeto que une o Brasil a Europa por meio de Portugal e Espanha. Será, de longe, o de maior capacidade no país: atingirá 72 terabits por segundo, sete vezes mais do que a informação que toda a América Latina transmite atualmente.O cabeamento terá início na cidade de Praia Grande (SP), seguirá até Fortaleza onde começa seu trajeto transatlântico até Sines, em Portugal. É um projeto conjunto da estatal brasileira Telebras e da companhia espanhola Isla Link, cujo custo previsto é de US$ 206 milhões (ou aproximadamente R$ 680 milhões).

Por  Luiz Felipe Silva
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Tecnologia

Aprovada lei que libera o uso do celular em escolas estaduais de SP

Internet será utilizada em sala de aula para fins pedagógicos

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A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou, nesta terça-feira (11), o projeto de lei 860/2016, que altera a lei 12.730/2007, que proibia o uso de celulares em escolas estaduais. A proposta foi encaminhada pelo governador Geraldo Alckmin, em 2016, após pedido feito pelo secretário da Educação, José Renato Nalini. Com as mudanças, crianças e jovens do Ensino Fundamental e Médio poderão utilizar aparelhos em sala de aula em atividades pedagógicas e orientadas por educadores.

Agora, o projeto de lei segue para sanção do governador. “O ensino prelecional está sendo questionado em todos os ambientes. Se quisermos manter o aluno interessado em aprender, temos de usar a linguagem dele. A linguagem de seu tempo”, afirma Nalini.

Wi-fi e banda larga na rede estadual

Até outubro de 2018, todas as 5 mil escolas estaduais serão equipadas com sistema wi-fi e banda larga. A novidade faz parte do novo plano tecnológico anunciado pelo governo de São Paulo e que irá modernizar a rede. A instalação da internet sem fio terá início nas salas dos professores e de informática. As unidades que participam do Escola da Família também poderão utilizar a conexão aos fins de semana, em áreas indicadas por cada equipe gestora.

O sinal também estará mais rápido. Dois links vão abastecer as escolas: Intragov (do governo estadual e já existente) e Telefônica. O reforço garante a conexão permanente e a possibilidade de distribuir o sinal entre atividades pedagógicas e administrativas. Além disso, a velocidade será ampliada. Importante: o monitoramento e filtro de conteúdo acessado pelos estudantes será mantido.

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