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Opinião – A farsa da escola de tempo integral

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O governo tucano tem sido, ao longo do tempo, um grande artista farsesco na área da educação. Desde a divisão do ensino em dois ciclos, há 20 anos, passando pela compra de cinco mil antenas parabólicas, nunca entregues às escolas, até a propaganda enganosa da Escola de Tempo Integral (ETI). São craques nisso. Anunciam com espetaculosidade e, na proporção inversa, desconversam. Oferecem com uma mão e sonegam com muitas.

Assim é a chamada ETI (não confundir com o PEI ” Programa de Escola Integral “, este uma tentativa de criar ilhas de excelência para a divulgação cênica). Não somos contrários à verdadeira escola em tempo integral, mas sim a esta farsa dos tucanos. Desde 2006, as ETIs vivem uma única integralidade: a carência de tudo. Oferecem um mundo novo, uma nova escola, alunos em tempo dobrado na escola, mais atividades, mil recursos, mais servidores, prédios impecáveis. Eis que no acordar com a realidade batendo no calcanhar nada disso existe. Trata-se, infelizmente, para quem sonha com o aluno mais tempo na escola e mais facilidades de aprendizagem, recursos modernos e professores preparados e diferenciados, nada além de “mais do mesmo”: menos recursos, menos servidores, menos investimento, menos alunos. Tudo de menos onde deveria ser tudo de mais. O único mais é a preocupação que a gestão da escola e a comunidade têm com os tantos menos que vivem.

Comecemos pelo “menos alunos”. A opção por tempo integral obriga a comunidade a desvencilhar-se de um contingente enorme de alunos, pois não cabem todos no projeto. Os alunos do curso noturno, por exemplo, são deportados sabe-se lá para onde ” assim como os excedentes do diurno. Convenhamos, de cerca de 900 alunos passar para 200 é uma economia brutal para um Estado que vê investimentos em educação como despesas e gastos. O que acontecerá com quem perder a vaga não é problema da administração paulista. Bem ao gosto do atual secretário, que já escreveu sobre o suposto paternalismo gigante do Estado, propondo escancaradamente a sua diminuição.

Vejamos o “menos recursos humanos”. Tem uma pegadinha embutida na integralidade que só é notada ao adequarem-se os módulos de servidores para trabalhar na escola: os alunos, mesmo ocupando dois turnos, são contados uma única vez, e a perda de agentes de organização escolar e de outros servidores do quadro de suporte (vice-diretor, professor mediador etc) é grave. Uma rasteira bem dada, coisa de craque.

A mesma coisa acontece com as atividades realizadas no contra-turno (ou qualquer nome que se dê ao segundo turno do tempo integral): com a falta de material e de recursos econômicos disponibilizados, reinam o improviso, a cobertura acelerada e as atividades com pobreza de material, em meio à quase inexistência de recursos pedagógicos. O que se salva é a custo do esforço da comunidade, de recursos levantados forçadamente pela APM, da contratação emergencial de professores precarizados pelo regime conhecido como categoria “0”.

Tudo isso sem falar sobre o processo autoritário de ampliação do número dessas escolas: sem tempo para reflexão, sem transparência nas informações, com assédio das diretorias de ensino ” que servem muito bem, sem se incomodarem, como canal de passagem das decisões tomadas centralizadamente pela burocracia econômica da Secretaria Estadual de Educação (SEE).

Eis aí uma fotografia sucinta e sem retoques do que se conhece por ETI. Estamos muito longe de ver nossa educação ser tratada com respeito, dignidade, participação nas decisões e aportes de investimentos.

Com a palavra, a burocracia da SEE.

Carlos Giannazi é deputado estadual pelo PSOL

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