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MPF diz que Temer e amigo estão implicados

Ministério Público Federal indica que Temer e amigo atuam em organização criminosa há 40 anos.

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Membros do MPF (Ministério Público Federal) afirmam que Michel Temer e coronel João Baptista Lima Filho (amigo pessoal do ex-presidente) atuam desde a década de 1980 na captação de recursos públicos por meio de lavagem do dinheiro.

A afirmação foi feita nesta 5ª feira (21.mar.2019) em entrevista à imprensa, no Rio de Janeiro. “Essa amizade começou quando Temer era secretário de Segurança de São Paulo e Lima era seu assessor militar”, disse a procuradora Fabiana Schneider.

Temer e João Baptista foram presos mais cedo na operação Descontaminação, desdobramento da Lava Jato. Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, com base na delação do operador do MDB Lúcio Funaro. Ao todo são 10 mandados: 2 de prisão temporária e 8 de prisão preventiva.

A operação Descontaminação, realizado nesta 5ª feira, mirou especificamente a escolha de Temer de Othon Luiz Pinheiro da Silva para chefiar a empresa Eletronuclear.

Para o MP, Otho teria sido escolhido em troca de contrapartidas para o núcleo “criminoso” liderado por Temer. De acordo com as investigações, foi prometido, pago ou desviado para a organização mais de R$ 1,8 bilhão em contratos.

Ainda segundo o MP, em 2014, Temer de recebeu R$ 1,091 milhão em propina da construtura Engevix através da empresa controlada por Lima.

As investigações apontam também que uma reforma no imóvel da filha de Temer, Maristela, teria sido usada para disfarçar o pagamento de propinas.

Em nota assinada pelo advogado Eduardo Pizarro Carnelós (leia a íntegra), a defesa do ex-presidente afirma que a prisão do emedebista “constitui mais 1, e do mais graves, atentados ao Estado Democrático e de Direito no Brasil”.

De acordo com o texto, “os fatos objeto da investigação foram relatados por delator, e remontam ao longínquo 1° semestre de 2014”. O advogado afirma ainda que “tais fatos são também objeto de requerimento feito pela procuradora-geral da República ao STF, e o deferimento dele pelo ministro Roberto Barroso, para determinar instauração de inquérito para apurá-los, é objeto de agravo interposto pela Defesa, o qual ainda não foi julgado pelo Supremo”.

Fonte: Poder360
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