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Delação da JBS: Lava Jato não escolhe partidos. Qual a saída?

Delação dos donos da JBS implica o presidente Michel Temer, Lula, Dilma Rousseff, Aécio Neves e José Serra

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Delação dos donos da JBS mostra que Lava Jato não escolhe partidos. Estão implicados o presidente Michel Temer, os petistas Lula e Dilma Rousseff, além dos tucanos Aécio Neves e José Serra. O Brasil não vivenciava uma crise política tão grave desde a morte de Getúlio em 1954. Qual a saída para o caos?

Desde o início da Lava Jato, há três anos, os petistas tentam emplacar uma narrativa não correspondente aos fatos: a de que a operação foi forjada para exterminar o PT e colocar atrás das grades o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, impedindo-o de concorrer novamente à Presidência. Igualmente envolvidos em escândalos de corrupção, cabeças coroadas de PMDB e PSDB, segundo a mesma tese da vitimização, receberiam a condescendência de uma Justiça que se apresentaria de olhos vendados para suas práticas nada republicanas. Na última semana, prevaleceu na Lava Jato a chamada “erga omnes”, um latinismo utilizado no meio jurídico para designar que a lei e a Justiça valem para todos, sem distinção: o presidente da República, Michel Temer, do PMDB, e os tucanos Aécio Neves e José Serra – bem como os petistas Lula e Dilma, figuras carimbadas de outros escândalos – foram severamente atingidos pela delação dos empresários Joesley e Wesley Bastista, donos da empresa global JBS.

O roteiro obedeceu ao script de casos anteriores que implicaram apenas os integrantes do PT: vazamento pela imprensa dita (por eles) “golpista”, alguma imprecisão nas informações divulgadas e gravações às escondidas em que o delator induz diálogos a fim de flagrar a autoridade em situações embaraçosas. Só que pelo menos num primeiro momento, calculadamente, não se ouviu da militância organizada um reparo sequer à atuação do Ministério Público que solicitou – e conseguiu – autorização do Supremo Tribunal Federal para investigar o presidente da República, justamente no momento em que o País demonstrava fôlego econômico. Residem aí duas faces antagônicas de uma importante constatação: a deletéria ao País é que, sim, ainda há uma parcela da sociedade suscetível a discursos rasos, demagógicos e sem conexão com a realidade, cujo único propósito é o de guindar de volta ao Palácio do Planalto aqueles que por 13 anos institucionalizaram a corrupção no País, não só para se perpetuarem no poder como para enriquecimento próprio. A principal delas, e fundamental para a consolidação das instituições, é que a tarefa de limpeza moral e ética da qual se imbuiu os membros da força-tarefa da Lava Jato não deve mesmo ser interrompida, mesmo diante de pressões de toda ordem.

Conspiração?

A maior prova disso foi dada nos últimos dias. Na quarta-feira 17, o jornal OGLOBO antecipou trechos da colaboração premiada dos donos da JBS que implicam Temer. O inteiro teor de áudios, em que o presidente aparece em conversas constrangedoras com Joesley, foi conhecido no dia seguinte. Nele, Joesley narra a Temer, em conversa mantida no Palácio do Jaburu no dia 7 de março, o cometimento de vários crimes: entre eles, o pagamento de mesadas ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, como forma de comprar seu silêncio e a cooptação de juízes e procuradores da República, com objetivo de limpar a barra da empresa no âmbito da Lava Jato. No diálogo, Temer denota atitude incompatível com o cargo de presidente da República. Num dado momento, Joesley diz que está tentando trocar um procurador da República, que o estava investigando. O presidente ouviu e nada fez. Diante da divulgação dos áudios, o País foi incendiado.

O Palácio do Planalto, o Legislativo e o mercado financeiro ficaram absolutamente aturdidos. Correu no País o rumor de que ele pediria renúncia do cargo. Ao fim do dia, Temer reuniu a imprensa e disse de maneira taxativa: “Não renunciarei. Repito, não renunciarei”. E acrescentou: “sei o que fiz e sei a correção dos meus atos”.

Internamente, no Planalto foi disseminada a tese de um complô para apear Temer do poder e frear reformas importantes para o País, como a da Previdência. “Fui vítima de uma conspiração”, disse o presidente a interlocutores na quinta-feira 18. Independentemente de o Planalto estar correto ou não quanto à existência de uma armação contra o governo, há elementos capazes de conferir verossimilhança às alegações. Claro, a crise é grave e o presidente da República será instado a responder pelos seus atos. Nas gravações, há evidências de prevaricação, no mínimo, e se incorreu em crime, Temer como qualquer outro cidadão deste País deve estar sujeito aos rigores da lei. Mas é importante ter em mente também que o vazamento da delação do empresário Joesley Batista não foi acidental. Tratou-se de algo muito bem calculado por todos atores envolvidos, muitos dos quais, seguramente interessados em provocar instabilidade ao governo, no momento em que a economia dava sinais de recuperação. Por exemplo, o modus operandi do vazamento foi todo montado para que o fato político se impusesse, antes mesmo do conhecimento dos áudios. Inicialmente, consolidou-se na praça a versão de que Temer havia concedido o aval a Joesley para a compra do silêncio do ex-presidente da Câmara, com a fatídica frase “tem que manter isso, viu?”. Ou seja, o impacto político já era irreversível. A lentidão em dar publicidade à gravação acabou deixando o presidente emparedado.

Quando foram divulgados os trechos, em áudio, ficou clara a imprecisão na edição das conversas. Embora estivesse no contexto da compra de Cunha, a frase “tem que manter isso, viu?” não sucedia outra que versasse literalmente sobre o pagamento do silêncio do peemedebista preso. Ou seja, não há a anuência à propina, como se quis vender no início. Ademais, havia trechos inaudíveis, a gravação continha picotes, que lembram uma edição mal feita. Essa hipótese ainda poderá vir a ser comprovada por meio de perícia na gravação, solicitada pelo presidente. Em declaração à imprensa, Temer disse: “A montanha pariu um rato”, redimensionando o que se achava que teria nas gravações e o que de fato havia nelas. Outros trechos, sim, sugerem prevaricação, discussão sobre obstrução de justiça e ciência sobre negociação de vantagem indevida. E o presidente se fragiliza politicamente por isso. Mas o caldo já estava entornado de antemão.

O fato é que o áudio é inconclusivo sobre a culpabilidade de Temer. Analisando mais profundamente o material, é possível notar outro aspecto. Por exemplo, o enredo é de um empresário que narra crimes em série e tenta induzir o presidente da República a falar o que ele queria ouvir.

Quem se apresenta indiscutivelmente como o partícipe do esquema é o deputado Rodrigo Rocha Lourdes (PMDB). O parlamentar foi filmado pela Polícia Federal recebendo uma mala com R$ 500 mil entregue por Joesley Batista. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores e as malas e mochilas continham rastreadores. A reação do Supremo Tribunal Federal foi imediata. Logo após a divulgação da conversa, o ministro Edson Fachin, que conduz os processos da Operação Lava Jato no STF, determinou que fosse aberto inquérito para investigar as denúncias contra o Temer. Fachin atendeu a um pedido do procurador-geral da República Rodrigo Janot. É a segunda vez que um presidente do País é investigado durante exercício do mandato. O primeiro foi o ex-presidente Fernando Collor, hoje senador, em 1991.

Comprovadas as suspeitas, o procurador oferece denúncia ao STF, que analisa se torna o presidente réu ou não. A reversão de expectativas em relação aos áudios, no entanto, arrefeceu a pressão no Congresso. O PSDB e o PPS que ameaçaram desertar, recuaram aos 45 minutos do segundo tempo, mostrando serenidade na hora de examinar os fatos, que é o que o Brasil precisa no momento. Outras agremiações não tomaram o mesmo caminho.

O PSB saiu em retirada. A legenda já vinha demonstrando um desconforto com as reformas encaminhadas ao Congresso. Embora houvesse orientação para que sua bancada votasse contra os projetos, a sigla estava dividida. Dos 30 deputados, apenas 14 se mantinham fiéis ao Palácio do Planalto. Mas, na quinta-feira 18, um dia após a divulgação do conteúdo da gravação, a relação azedou. O presidente Carlos Siqueira determinou que o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, entregasse o cargo e reforçasse a bancada do partido na Câmara.

Mesmo com popularidade baixa, o presidente Michel Temer sempre gozou de prestígio no parlamento. Diferentemente de sua antecessora Dilma Rousseff, Temer contabilizava uma base ampla na Câmara e no Senado. O apoio tem sido fundamental para a aprovação de medidas importantes, como a contenção dos gastos públicos. E seria importante para as futuras batalhas travadas em torno de reformas da Previdência e Trabalhista. Agora, Temer procura reconstruir esse apoio. Prevista para ser analisada na quinta-feira 18, a Reforma Trabalhista foi tirada da pauta do Senado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Na rede social, o senador capixaba justificou o gesto: “diante da gravidade que vive o País, o bom senso diz que é necessário priorizar a solução da crise institucional para depois darmos desdobramento ao debate relacionado à reforma tributária”.

Votação no TSE

Com o novo cenário, Temer corre o risco não apenas de ser derrotado em votações importantes no Congresso, como também ter seu mandato ameaçado na Casa. Ao todo, foram encaminhados oito requerimentos de impeachment na Câmara. Cabe ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), aceitá-los ou não. Por ora, no entanto, a tendência é pelo não encaminhamento dos pedidos. Ou seja, esse não é o caminho mais provável. Mas a panela pode ferver para Temer no TSE. O julgamento está previsto para ser retomado em 6 de junho. Serão julgadas quatro ações do PSDB por abuso de poder econômico e político da chapa Dilma-Temer. Com a cassação da chapa, abre-se chance para que ocorram eleições indiretas.

Nesse caso, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ficaria encarregado de convocar o Congresso para eleger o sucessor de Temer em 30 dias. Outra hipótese, é Temer optar por renunciar ao mandato, possibilidade que está afastada nesse momento.

Pesa contra essa modalidade o fato de ele não ter mais direito ao foro especial. O caso seguiria para a Justiça de primeira instância. Ficaria mais fácil de ele ser processado e ter até um mandado de prisão decretado, pois não dependeria da composição do plenário do STF.

Tanto nesse caso quanto na possibilidade de impeachment, o Congresso escolhe novo presidente para governar até 2018 em eleição indireta. Ocorre que, no meio desse caldeirão, grupos interessados no retorno de Lula ao poder já articulam a volta das “Diretas Já”. Só há possibilidade de eleição direta se o Congresso aprovar uma PEC. O portador dessa proposta indecente, na semana passda, foi o deputado Miro Teixeira (Rede-RJ), que ressuscitou uma proposta antiga de sua autoria. O texto prevê a realização do pleito até seis meses antes do final do mandato, caso a Presidência fique vaga.

Desde 1954, quando Getúlio disparou um tiro no peito e deixou a vida para entrar na história, o Brasil não enfrentava uma crise tão grave. O destino do País é incerto. As portas de saídas permanecem obscuras. O certo é que as investigações devem continuar.

A recuperação da economia precisa continuar

Nos últimos meses, o noticiário econômico deu ao mercado financeiro muito pouco do que se queixar. A inflação e a taxa básica de juros, a Selic, tiveram consecutivas quedas. O PIB do primeiro trimestre foi positivo. O país voltou a gerar empregos e abriu quase 60 mil vagas em abril. A recuperação da economia, comandada pela política do ministro da Fazenda Henrique Meirelles, caminhava satisfatoriamente, mas ainda dependia da consolidação das reformas trabalhista e previdenciária para continuar avançando. E isso precisa ser mantido, para a criação do ambiente de segurança jurídica e econômica que Temer prometeu aos empresários no ano passado.

Por isso, o mercado financeiro entrou em pânico na manhã de quinta-feira 18, com o surgimento de detalhes da delação da JBS. A perspectiva de ver essa recuperação ameaçada, levou a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) a interromper os negócios durante trinta minutos para controlar a queda de 10,47%. As ações da Petrobras e papéis do setor financeiro recuaram quase 20% e o dólar chegou a ser cotado a R$ 3,40, obrigando o Banco Central a vender US$ 2 bilhões para conter a queda. Na sexta-feira 19, contudo, após Michel Temer dizer que não renunciaria, o mercado começou a reagir, com o dólar caindo e a Bovespa se valorizando. (Barbara Libório).

Os cenários para superar a crise

REFORMAS

Manutenção da atual política do governo Temer de realizar as reformas da Previdência, Trabalhista, Tributária e Política, o que seria a saída menos turbulenta.

RENÚNCIA

A renúncia é uma das possibilidades, mas depende de um gesto individual de Temer, que tem dito que não pretende renunciar.

TSE

A chapa Dilma/Temer pode ser cassada no próximo dia 6 de junho.

ELEIÇÃO INDIRETA

Se Temer renunciar ou for cassado pelo TSE, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, assume por 30 dias e convoca eleição indireta no Congresso. O problema é que quase todos os congressistas estão envolvidos em denúncias de corrupção. A solução seria alguém de fora, de reputação ilibada, como a ministra do STF Cárrnen Lúcia.

IMPEACHMENT

Caso Temer não renuncie ou não seja cassado pelo TSE, pode sofrer processo de impeachment, mas esse processo é mais demorado e o País não aguenta mais um longo período de indefinição política.

ELEIÇÃO DIRETA

Para que aconteça eleição direta para presidente, o Congresso precisa aprovar uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) estabelecendo eleições gerais já, conforme propõe o deputado Miro Teixeira. Esse processo também é demorado e deixaria um vazio no poder enquanto não se escolheria o novo presidente.

Política

Adriano La Torre responde Questionário do O Jornal

Encaminhamos questionário aos vereadores para saber como foi o primeiro ano de mandato

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Adriano La Torre foi eleito em 2016 com 1.053 votos, sendo o décimo quinto vereador mais votado. La Torre tem 47 anos, natural do município de Rio Claro (SP), é filiado ao Partido Progressista (PP).

Confira o questionário encaminhado e respondido pelo vereador Adriano La Torre:

1. Como avalia o primeiro ano de mandato desta Legislatura?

Muito satisfatório, fizemos várias intervenções entre elas destaca-se a apresentação do projeto das carretas da saúde, ao prefeito e ao presidente da Câmara André Godoy que após leva-los a São Paulo para conhecer os trabalhos  culminou na concretização do Espaço Mais Saúde, além do grande aprendizado que adquirimos podendo conhecer mais a fundo o funcionamento da maquina publica, fazendo assim com que possamos ser uma ferramenta de dialogo entre a população e o executivo.

2. Qual o maior desafio encontrado pelo vereador neste período?
O maior desafio com toda certeza, foi a sensação de impotência em relação a muitos problemas apresentados pela população e que na maioria das vezes não conseguimos ter uma solução imediata, como o desemprego, e outros.

3. O vereador se baseia em normas partidárias para votar em plenário ou é autônomo, ou seja, segue suas próprias ideias?

Fui eleito pelo povo e através de um partido, se eu me baseasse apenas nas minhas convicções e não consultasse o partido e ate mesmo meus eleitores, não estaria exercendo o papel de vereador, sou representante do povo e de meu partido, e minhas decisões devem estar em harmonia com ambos para que possamos ter um mandato satisfatório.

4. Quantos projetos de lei o vereador apresentou de autoria própria (apenas os projetos de lei apresentados pelo vereador)?

Durante este primeiro ano foram apresentados 10 projetos, além de outras indicações que o projeto deveria ser de autoria do poder executivo como o projeto das Carretas da Saúde.

5. Quantas Moções o vereador apresentou e quantas foram aprovadas?

Foram apresentadas 5 moções e todas foram aprovadas.

6.Quantos requerimentos o vereador apresentou?

Foram apresentados 93 requerimentos.

7. Quantas viagens aéreas o vereador e seus assessores fizeram neste período? Qual o valor gasto com tais viagens, incluindo despesas, diárias, passagens, etc.?

Essas informações estão disponíveis no Portal da Transparência

 8. Quantas viagens rodoviárias o vereador e seus assessores fizeram neste período? Qual o valor gasto com tais viagens, incluindo despesas, diárias, passagens, etc.?

Essas informações estão disponíveis no Portal da Transparência

 9. O vereador participou de congressos, eventos, feiras, etc., durante este período? Caso positivo, quais eventos e finalidade de participação dos mesmos?

Sim um parlamentar que leva a sério o seu trabalho tem que buscar conhecimentos e com o intuito de trazer recursos para o município estive em vários eventos, congressos e reuniões.

 10. Quantos assessores o vereador possui em seu gabinete? Qual o nome completo e cargo de cada um deles?

Essas informações estão disponíveis no Portal da Transparência.

 11. O vereador indicou algum comissionado para que trabalhasse na prefeitura municipal de Rio Claro no período? Caso positivo, qual o nome e cargo dos indicados?

Essas informações estão disponíveis no Portal da Transparência.

12. O vereador costuma atender pedidos de cidadãos para apresentar projetos de leis? Caso positivo, como o cidadão pode se comunicar com o vereador para encaminhar seus pedidos de projetos?

Sempre, a maioria dos projetos apresentados conta com o apoio dos cidadãos, sempre consultamos os meios e setores envolvidos antes de dar sequencia a qualquer projeto, isso nos da legitimidade para defender as ideias propostas. Os cidadãos podem entrar em contato diretamente através da estrutura oferecida pelo gabinete na câmara municipal, redes sociais ou ainda pelo telefone.

13. O Vereador conquistou alguma verba para o Município de Rio Claro, ou para alguma entidade do município? Caso positivo, qual o valor da verba e sua finalidade.

Em meu primeiro ano conseguimos uma Emenda Parlamentar através do Deputado Federal Fausto Pinato no valor de R$ 100.000,00 que foi destinada para a Santa Casa de Misericórdia, e mais R$ 200.000,00 destinada através do Deputado Estadual Delegado Olim  que será utilizado para recapeamento asfáltico no bairro Jardim Esmeralda.

14. O senhor pensa em ser candidato a deputado nas eleições de 2018? Caso positivo , qual a sua principal meta caso seja eleito?

Não.

15. Quem o senhor apoiará como candidato a deputado federal e estadual em 2018? Acha importante uma campanha para elegermos representantes locais para ambos os cargos?

Estou buscando mais informações  a respeito de alguns pré candidatos que tenho apreço pelo trabalho e representatividade junto a nossa sociedade mais não tenho nada definido ainda.

16. O senhor tem algum projeto a apresentar nos próximos três anos de mandato que ainda lhe restam? Caso positivo, qual ( quais) e sua finalidade?

Sim com certeza estamos elaborando vários projetos, porém no momento ainda não posso divulgar.

17. O senhor se considera um apoiador do prefeito João Teixeira Junior ou um opositor de seu governo? Dê uma breve explicação em relação a sua relação com o poder executivo.

Sou um apoiador do governo João Teixeira Junior, conheço o caráter e a seriedade do prefeito e tenho um excelente relacionamento com ele.

18. Qual a sua posição em relação a taxa de iluminação? Caso um projeto de lei revogue a taxa, o senhor seria favorável ou contrario a aprovação deste projeto?

Sei o quanto é difícil retirar dos cofres públicos o valor arrecadado hoje com a taxa de iluminação, mais o executivo vem trabalhando forte para resolver esse assunto.

19. Caso o senhor tenha interesse, deixe uma mensagem aos cidadãos de Rio Claro.

Gostaria de desejar a todas as famílias Rio-Clarenses um Feliz 2018 e deixar uma mensagem que gosto muito para que reflitam? “ Não tente adivinhar o que as pessoas pensam a seu respeito.
Faça a sua parte, se doe sem medo. O que importa mesmo é o que você é. Mesmo que outras pessoas não se importem. Atitudes simples podem melhorar sua vida. Não julgue para não ser julgado… Um covarde é incapaz de demonstrar amor. Isso é privilégio dos corajosos.” Mahatma Gandhi

 

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Política

ELEIÇÕES: PSB e PR estarão juntos para o Governo de SP

Sucessão de Geraldo Alckimin começa a ser discutida pelos partidos

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Na coletiva de Imprensa realizada na tarde desta segunda-feira (15 de janeiro) na sede estadual da legenda em São Paulo, o Partido da República anunciou que caminhará junto com o PSB nas eleições paulistas de 2018. Em nota oficial o PR paulista destacou: “…a decisão reitera o propósito da legenda em favor da preservação dos princípios que passaram a orientar a administração pública no Estado de São Paulo.”.

Além dos presidentes estaduais das duas siglas, José Tadeu Candelária (PR-SP); e Márcio França (PSB-SP), que é vice-governador de São Paulo, o anúncio de aliança foi ratificado pelas bancadas paulistas do PR na Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa de São Paulo, com o prestígio dos deputados federais: Capitão Augusto; Marcio Alvino; Miguel Lombardi; Milton Monti; Paulo Freire; e dos deputados estaduais: André do Prado; Marcos Damásio; e Ricardo Madalena.

O presidente estadual do PR-SP, José Tadeu Candelária, ressaltou que, independente de nomes, o PR caminhará junto com o PSB no pleito eleitoral paulista de 2018. “Entendemos que o vice-governador Márcio França tem experiência para nos ajudar a conduzir esse pleito de 2018 e sermos bem sucedidos nas eleições de deputado federal, deputado estadual, senador, governador e presidente da República.”, justificou Candelária ao concluir: “Vamos andar juntos neste ano no estado de São Paulo.”, afirmou o dirigente maior do PR paulista.

O vice-governador Márcio França avaliou que a somatória dos partidos médios e pequenos no Brasil é maior do que a dos partidos grandes. “O PR e o PSB têm o mesmo número de deputados e, portanto, o mesmo tempo de televisão. A somatória dos dois tempos de televisão vai dar 11 minutos e 2 segundos, sendo maior que o tempo dos grandes partidos: maior que PMDB; maior que PT; e maior que PSDB.”, ressaltou França.

O presidente estadual do PSB paulista, vice-governador Márcio França, falou, ainda, sobre a importância em receber a pioneira parceria da sigla republicana para os pleitos deste ano no estado de São Paulo. “O PR tem como marca de lealdade a palavra dada. Ficamos contentes, portanto, que tenha sido o PR o primeiro partido a anunciar essa caminhada com o PSB aqui em São Paulo. Vou lutar bastante para que tenhamos um grande desempenho, para que o PR faça grandes bancadas de deputado federal e estadual, e também, para que façamos o governo de São Paulo. “Estaremos juntos nessa caminhada.”, afirmou Márcio França.

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Política

Irander Augusto responde Questionário do O Jornal

Encaminhamos questionário aos vereadores para saber como foi o primeiro ano de mandato

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Irander Augusto Lopes, ou simplesmente Irander Augusto, foi eleito em 2016 com 1.072 votos, sendo o décimo quarto vereador mais votado. Irander tem 41 anos, natural do município de Murici (Alagoas), é filiado ao Partido Republicano Brasileiro (PRB) e membro da Igreja Universal do Reino de Deus.

Confira o questionário encaminhado e respondido pelo vereador Irander Augusto:

1. Como avalia o primeiro ano de mandato desta Legislatura?
O ano de 2017, por se tratar do meu primeiro ano no exercício da vereança, avalio que foi de bastante aprendizado, inclusive, fiquei muito satisfeito em poder auxiliar a população de Rio Claro em questões que envolviam melhorias na cidade.

2. Qual o maior desafio encontrado pelo vereador neste período?
As maiores dificuldades dizem respeito a pouca disponibilidade de recursos financeiros para o município, que por conta disso inviabilizou mais investimentos na cidade, mas ainda assim, muitos pedidos deste vereador foram atendidos pela Administração e certamente para o próximo ano mais melhorias serão feitas na cidade em prol da população. Embora o papel do vereador seja o de fiscalizar e legislar e não executar, muitos resultados foram obtidos.

3. O vereador se baseia em normas partidárias para votar em plenário ou é autônomo, ou seja, segue suas próprias ideias?
Minhas decisões são sempre pautadas no que é melhor para a população de Rio Claro, fui eleito pelo povo e voto sempre pensando no que será melhor para a cidade de Rio Claro, não tenho encontrado dificuldade alguma para decidir porque meu partido tem sempre se direcionado para as questões do povo e quando direciona qualquer decisão, é sempre pautado na probidade e na transparência.

4. Quantos projetos de lei o vereador apresentou de autoria própria (apenas os projetos de lei apresentados pelo vereador)?
Apresentei durante o ano de 2017, um projeto aprovado que dispõe sobre a desinfecção das areias utilizadas em espaços recreativos do município, tanto em área pública, como particular, um projeto em andamento que disciplina a oferta de alimentação especial nas escolas municipais para crianças que apresentam intolerância alimentar e hipertensão, um projeto em andamento que disciplina acerca da obrigatoriedade de instalação de redes de proteção em janelas de prédios, garantindo assim, a segurança dos moradores, e outros projetos também foram idealizados, mas por ser a matéria de competência do Prefeito, foram sugeridos via requerimento a sua propositura.

5. Quantas moções o vereador apresentou e quantas foram aprovadas?
No ano de 2017 não foi apresentado nenhuma moção por este vereador, no entanto, no próximo ano há planejamento para apresentação de moção.

6. Quantos requerimentos o vereador apresentou?
No ano de 2017 foi apresentado por este vereador 48 requerimentos

7. Quantas viagens aéreas o vereador e seus assessores fizeram neste período? Qual o valor gasto com tais viagens, incluindo despesas, diárias, passagens etc.?
Nem este vereador, nem meus assessores, fizeram viagem aérea no ano de 2017 com uso de recursos públicos.

8. Quantas viagens rodoviárias o vereador e seus assessores fizeram neste período? Qual o valor gasto com tais viagens, incluindo despesas, diárias, passagens etc.?
Este vereador efetuou no ano de 2017, 3 (três) viagens à cidade de São Paulo em busca de emendas ao município, 1 (uma) viagem à Campinas em busca de emendas parlamentares com o deputado federal Roberto Alves e 1 (uma) viagem à Campos do Jordão para participar do 61 0 Congresso Estadual de Municípios, quanto ao gasto dispendido com as viagens, está disponibilizado no Portal da Transparência da Câmara de Rio Claro.

9. O vereador participou de congressos, eventos, feiras etc., durante este período? Caso positivo, quais eventos e finalidade de participação dos mesmos?
Conforme resposta anterior, este vereador participou 61 0 Congresso Estadual de Municípios, que contribuiu para estreitar laços políticos através do encontro com autoridades e conhecer novos projetos apresentados no Congresso.

10. Quantos assessores o vereador possui em seu gabinete? Qual o nome completo e cargo de cada um deles?
Disponho de 03 assessores no gabinete, 1 Assessor Legislativo Nível I e 2 Assessores Legislativos Nível II, os nomes estão disponibilizados no Portal da Transparência da Câmara de Rio Claro.

11. O vereador indicou algum comissionado para que trabalhasse na Prefeitura Municipal de Rio Claro no período? Caso positivo, qual o nome e cargo dos indicados?
Este vereador não possui nenhum cargo comissionado indicado na Prefeitura Municipal de Rio Claro.

12. O vereador costuma atender pedidos de cidadãos para apresentar projetos de lei? Caso positivo, como o cidadão pode se comunicar com o vereador para encaminhar seus pedidos de projetos?
Meu gabinete se encontra à disposição da população para quaisquer questionamentos e até mesmo para ouvir e receber ideias dos munícipes, disponível o atendimento pessoalmente, ou via contato por e-mail. Os contatos poderão ser feitos através do telefone (19) 3526-1301, irander.auqusto@hotmail.com.

13. O vereador conquistou alguma verba para o município de Rio Claro ou para alguma entidade do município? Caso positivo, qual o valor da verba e sua finalidade.
No ano de 2017, foram obtidas para o município, 500.000,00 (quinhentos mil reais) em emendas parlamentares, R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais) através do deputado estadual Gilmaci Santos e R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais), através do deputado federal Roberto Alves.

14. O senhor pensa em ser candidato a deputado nas eleições de 2018? Caso positivo, qual a sua principal meta, caso seja eleito.
Não pretendo concorrer nas eleições de 2018.

15. Quem o senhor apoiará como candidatos a deputado federal e estadual em 2018? Acha importante uma campanha para elegermos representantes locais para ambos os cargos?
Penso que seja importante elegermos representantes locais para os cargos de deputados estadual e federal, no entanto, isso não quer dizer que outros representantes eleitos não se atentem em viabilizar recursos e melhorias para a nossa cidade, no meu caso em específico, busco apoio junto aos representantes do Partido Republicano Brasileiro — PRB, em especial, o deputado federa/ Roberto Alves e o deputado estadual Gilmaci Santos, embora não sejam representantes locais, tem colaborado muito com o envio de verbas para a cidade, visto que receberam votos no município. Certamente vou apoiar os representantes do meu partido.

16. O senhor tem algum projeto a apresentar nos próximos três anos de mandato que ainda lhe restam? Caso positivo, qual (ou quais) e sua finalidade?
Um vereador sempre tem projetos, e tenho alguns que pretendo colocar em prática no exercício de minha vereança, no entanto, não pretendo divulgá-los.

17. O senhor se considera um apoiador do prefeito João Teixeira Junior ou um opositor de seu governo? Dê uma breve explicação sobre sua situação com relação ao Poder Executivo.
Quanto à minha situação de “oposição” ou “situação”, analiso cada assunto, sempre pauto minhas decisões no que sempre será melhor para a nossa cidade, apoio sempre o prefeito da cidade nas questões que são de interesse coletivo e trazem melhorias para a cidade.

18. Qual sua posição em relação a Taxa de Iluminação? Caso um projeto de lei revogue a taxa, o senhor seria favorável ou contrário a aprovação deste projeto? Comente.
Toda taxa criada pelo município foi idealizada com o objetivo de implantar melhorias para determinado setor/área da cidade, e com a taxa de iluminação não é diferente, caso venha à Câmara Municipal um projeto de lei que objetive a revogação da taxa de iluminação, é porque o município entende que poderá continuar a garantir melhorias na iluminação pública da cidade sem precisar fazer uso dos recursos oriundos da cobrança da taxa.

19. Caso o senhor tenha interesse, deixe uma mensagem aos cidadãos de Rio Claro.
Quero aproveitar que estamos em um momento de passagem do ano de 2017 para o ano de 2018, para desejar ao povo de Rio Claro um ano de muita paz, amor, saúde e prosperidade, e que possamos realizar um excelente trabalho para a população de Rio Claro no ano que se inicia.

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